segunda-feira, 14 de junho de 2010

Saint-Exupéry

Aqueles que passam por nós, não vão sós, não nos deixam sós. Deixam um pouco de si, levam um pouco de nós.

domingo, 13 de junho de 2010

Existem quase 7 bilhões de pessoas no mundo

e eu fui me apaixonar apenas por uma. E não quero mais trocar.

Sabe quando

mulher diz que não é nada? É tudo.

Qual o sentido de viver se alguém sempre tem argumentos contrários quando me vê feliz?

Todos me dizem: “Você é muito nova”, “Viva sua vida, agora”, “Pare de sonhar tão alto”, “Ele só é o primeiro de muitos que você terá não se apegue”. Eu cansei de ouvir tudo isso e ficar calada. Cansei de me dizerem o que eu tenho que fazer ,o que vestir, o que comer, o que falar. Meus modos eu que os faço. 
Eu já não sei mais qual é o sentido de amar. Qual é o sentido de ter alguém estável em sua vida e ser feliz assim, só com uma única pessoa?Por que ainda tem gente que insiste em tentar dizer qual é o meu futuro baseado no passado deles? Minha vida não é novela, minha vida não se compara com a de ninguém mais.
Quantos corações eu terei que machucar para ter um que satisfaça essa gente toda? Eu lhes respondo: NENHUM.
Ninguém é dono da minha vida, não digam o que é o certo para mim. Se eu fiz algo, certamente pensei sobre isso.
Desejo a todos uma boa noite. E há de quem se envolver em minha vida sem ser chamado.

O que fazer no domingo

NADA.

sábado, 12 de junho de 2010

O medo do Amor




Medo de amar? Parece absurdo, com tantos outros medos que temos que enfrentar: medo da violência, medo da inadimplência, e a não menos temida solidão, que é o que nos faz buscar relacionamentos. Mas absurdo ou não, o medo de amar se instala entre as nossas vértebras e a gente sabe por quê.

O amor, tão nobre, tão denso, tão intenso, acaba. Rasga a gente por dentro, faz um corte profundo que vai do peito até a virilha, o amor se encerra bruscamente porque de repente uma terceira pessoa surgiu ou simplesmente porque não há mais interesse ou atração, sei lá, vá saber o que interrompe um sentimento, é mistério indecifrável. Mas o amor termina, mal-agradecido, termina, e termina só de um lado, nunca se encerra em dois corações ao mesmo tempo, desacelera um antes do outro, e vai um pouco de dor pra cada canto. Dói em quem tomou a iniciativa de romper, porque romper não é fácil, quebrar rotinas é sempre traumático. Além do amor existe a amizade que permanece e a presença com que se acostuma, romper um amor não é bobagem, é fato de grande responsabilidade, é uma ferida que se abre no corpo do outro, no afeto do outro, e em si próprio, ainda que com menos gravidade.

E ter o amor rejeitado, nem se fala, é fratura exposta, definhamos em público, encolhemos a alma, quase desejamos uma violência qualquer vinda da rua para esquecermos dessa violência vinda do tempo gasto e vivido, esse assalto em que nos roubaram tudo, o amor e o que vem com ele, confiança e estabilidade. Sem o amor, nada resta, a crença se desfaz, o romantismo perde o sentido, músicas idiotas nos fazem chorar dentro do carro.

Passa a dor do amor, vem a trégua, o coração limpo de novo, os olhos novamente secos, a boca vazia. Nada de bom está acontecendo, mas também nada de ruim. Um novo amor? Nem pensar. Medo, respondemos.

Que corajosos somos nós, que apesar de um medo tão justificado, amamos outra vez e todas as vezes que o amor nos chama, fingindo um pouco de resistência mas sabendo que para sempre é impossível recusá-lo.
Martha Medeiros

Amor não é se envolver com a pessoa perfeita

(...)aquela dos nossos sonhos.
Não existem príncipes nem princesas.
Encare a outra pessoa de forma sincera e real, exaltando suas qualidades, mas sabendo também de seus defeitos.
O amor só é lindo, quando encontramos alguém que nos transforme no melhor que podemos ser.


Feliz dia dos namorados!




(algumas fotos de uns casais, obrigada por terem mandado!)