e eu fui me apaixonar apenas por uma. E não quero mais trocar.
domingo, 13 de junho de 2010
Qual o sentido de viver se alguém sempre tem argumentos contrários quando me vê feliz?
Todos me dizem: “Você é muito nova”, “Viva sua vida, agora”, “Pare de sonhar tão alto”, “Ele só é o primeiro de muitos que você terá não se apegue”. Eu cansei de ouvir tudo isso e ficar calada. Cansei de me dizerem o que eu tenho que fazer ,o que vestir, o que comer, o que falar. Meus modos eu que os faço.
Eu já não sei mais qual é o sentido de amar. Qual é o sentido de ter alguém estável em sua vida e ser feliz assim, só com uma única pessoa?Por que ainda tem gente que insiste em tentar dizer qual é o meu futuro baseado no passado deles? Minha vida não é novela, minha vida não se compara com a de ninguém mais.
Quantos corações eu terei que machucar para ter um que satisfaça essa gente toda? Eu lhes respondo: NENHUM.
Ninguém é dono da minha vida, não digam o que é o certo para mim. Se eu fiz algo, certamente pensei sobre isso.
Desejo a todos uma boa noite. E há de quem se envolver em minha vida sem ser chamado.
sábado, 12 de junho de 2010
O medo do Amor
Medo de amar? Parece absurdo, com tantos outros medos que temos que enfrentar: medo da violência, medo da inadimplência, e a não menos temida solidão, que é o que nos faz buscar relacionamentos. Mas absurdo ou não, o medo de amar se instala entre as nossas vértebras e a gente sabe por quê.
O amor, tão nobre, tão denso, tão intenso, acaba. Rasga a gente por dentro, faz um corte profundo que vai do peito até a virilha, o amor se encerra bruscamente porque de repente uma terceira pessoa surgiu ou simplesmente porque não há mais interesse ou atração, sei lá, vá saber o que interrompe um sentimento, é mistério indecifrável. Mas o amor termina, mal-agradecido, termina, e termina só de um lado, nunca se encerra em dois corações ao mesmo tempo, desacelera um antes do outro, e vai um pouco de dor pra cada canto. Dói em quem tomou a iniciativa de romper, porque romper não é fácil, quebrar rotinas é sempre traumático. Além do amor existe a amizade que permanece e a presença com que se acostuma, romper um amor não é bobagem, é fato de grande responsabilidade, é uma ferida que se abre no corpo do outro, no afeto do outro, e em si próprio, ainda que com menos gravidade.
E ter o amor rejeitado, nem se fala, é fratura exposta, definhamos em público, encolhemos a alma, quase desejamos uma violência qualquer vinda da rua para esquecermos dessa violência vinda do tempo gasto e vivido, esse assalto em que nos roubaram tudo, o amor e o que vem com ele, confiança e estabilidade. Sem o amor, nada resta, a crença se desfaz, o romantismo perde o sentido, músicas idiotas nos fazem chorar dentro do carro.
Passa a dor do amor, vem a trégua, o coração limpo de novo, os olhos novamente secos, a boca vazia. Nada de bom está acontecendo, mas também nada de ruim. Um novo amor? Nem pensar. Medo, respondemos.
Que corajosos somos nós, que apesar de um medo tão justificado, amamos outra vez e todas as vezes que o amor nos chama, fingindo um pouco de resistência mas sabendo que para sempre é impossível recusá-lo.
Martha Medeiros
O amor, tão nobre, tão denso, tão intenso, acaba. Rasga a gente por dentro, faz um corte profundo que vai do peito até a virilha, o amor se encerra bruscamente porque de repente uma terceira pessoa surgiu ou simplesmente porque não há mais interesse ou atração, sei lá, vá saber o que interrompe um sentimento, é mistério indecifrável. Mas o amor termina, mal-agradecido, termina, e termina só de um lado, nunca se encerra em dois corações ao mesmo tempo, desacelera um antes do outro, e vai um pouco de dor pra cada canto. Dói em quem tomou a iniciativa de romper, porque romper não é fácil, quebrar rotinas é sempre traumático. Além do amor existe a amizade que permanece e a presença com que se acostuma, romper um amor não é bobagem, é fato de grande responsabilidade, é uma ferida que se abre no corpo do outro, no afeto do outro, e em si próprio, ainda que com menos gravidade.
E ter o amor rejeitado, nem se fala, é fratura exposta, definhamos em público, encolhemos a alma, quase desejamos uma violência qualquer vinda da rua para esquecermos dessa violência vinda do tempo gasto e vivido, esse assalto em que nos roubaram tudo, o amor e o que vem com ele, confiança e estabilidade. Sem o amor, nada resta, a crença se desfaz, o romantismo perde o sentido, músicas idiotas nos fazem chorar dentro do carro.
Passa a dor do amor, vem a trégua, o coração limpo de novo, os olhos novamente secos, a boca vazia. Nada de bom está acontecendo, mas também nada de ruim. Um novo amor? Nem pensar. Medo, respondemos.
Que corajosos somos nós, que apesar de um medo tão justificado, amamos outra vez e todas as vezes que o amor nos chama, fingindo um pouco de resistência mas sabendo que para sempre é impossível recusá-lo.
Amor não é se envolver com a pessoa perfeita
(...)aquela dos nossos sonhos.
Não existem príncipes nem princesas.
Encare a outra pessoa de forma sincera e real, exaltando suas qualidades, mas sabendo também de seus defeitos.
O amor só é lindo, quando encontramos alguém que nos transforme no melhor que podemos ser.
Feliz dia dos namorados!
(algumas fotos de uns casais, obrigada por terem mandado!)
Não existem príncipes nem princesas.
Encare a outra pessoa de forma sincera e real, exaltando suas qualidades, mas sabendo também de seus defeitos.
O amor só é lindo, quando encontramos alguém que nos transforme no melhor que podemos ser.
Feliz dia dos namorados!
(algumas fotos de uns casais, obrigada por terem mandado!)
O famoso dia dos namorados
E como prometi, aqui está o post super legal por conta desse dia tão apaixonado.
Começando por esse vídeo super romântico, no qual eu não consegui postar aqui, mas coloquei o link.
http://www.youtube.com/watch?v=20k7rPnECAg&feature=related
Como surgiu o dia dos namorados?
No Brasil o dia dos namorados não está diretamente relacionado com o dia 14 de fevereiro que é a data usada na maioria dos países. No Brasil a data usada é o dia 12 de junho por ser vespera do dia de Santo Antônio considerado um santo casamenteiro.
Começando por esse vídeo super romântico, no qual eu não consegui postar aqui, mas coloquei o link.
http://www.youtube.com/watch?v=20k7rPnECAg&feature=related
Como surgiu o dia dos namorados?
O dia dos namorados é conhecido na maior parte do mundo como Dia de São Valentim. Sua origem ocorreu no século III em Roma estando baseada na fé cristã e na Igreja Católica. São Valentim era um bispo cristão. Na Roma antiga estava cada vez mais difícil conseguir homens dispostos a servir o exercito romano. Muitos homens jovens relutavam em abandonar suas mulheres e filhos para lugar em guerras romanas.
Com isso o imperador da época chamado Cláudio II determinou a proibição do casamento de jovens. São Valentim não gostou da ideia e começou a realizar casamentos escondidos indo contra as determinações do imperador. Quando foi descoberto Valentim acabou preso. Muitos jovens ficaram revoltados e começaram a fazer manifestações em nome do amor e da união. A história diz que a filha cega do carcereiro que cuidava de Valentim teve a permissão do pai para visitar o santo. Os dois acabaram se apaixonando e a filha do carcereiro milagrosamente começou recuperou a visão. No dia 14 de fevereiro do ano de 270 Valentim foi decapitado. Posteriormente acabou se tornando um santo da igreja católica.
Ele foi enterrado na Via Flaminiana, no lugar onde foi martirizado e neste local o Papa Júlio I mandou levantar uma basílica.
No Brasil o dia dos namorados não está diretamente relacionado com o dia 14 de fevereiro que é a data usada na maioria dos países. No Brasil a data usada é o dia 12 de junho por ser vespera do dia de Santo Antônio considerado um santo casamenteiro.Bom, estou com um pouquinho de pressa agora!
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